Entenda os benefícios de monitorar a pressão arterial todos os dias

Já passou o tempo em que a comunidade médica via com restrições a chamada automedida, na qual as pessoas fazem “por conta própria” em suas casas a medição da pressão arterial.

Atualmente, vários fatores contribuem para que os especialistas incentivem o monitoramento doméstico da tensão sanguínea e valorizem sua importância como elemento de valor para a prevenção e controle da hipertensão.

Ao final deste conteúdo, você vai entender porque monitorar a pressão arterial todos os dias tornou-se um importante aliado no combate à hipertensão. Também vai saber qual é o jeito certo de utilizar seu medidor digital, para não ser iludido por falsos resultados.

 

Sinal verde para o automonitoramento

A Liga Mundial da Hipertensão (WHL, na sigla em inglês), divisão da Organização Mundial da Saúde (OMS), entende que a automedida da pressão arterial traz informações adicionais importantes a respeito da saúde cardiovascular do indivíduo.

Dessa forma, contribui para que a tese diagnóstica seja elaborada com mais precisão.

Para a instituição, realizar em ambiente doméstico o monitoramento diário da pressão arterial é um fator importante para que o paciente esteja atento à própria saúde, pois é ali que ele passa grande parte do seu dia.

 

Automedida como forma de prevenir e combater a hipertensão

O posicionamento favorável à automedida feito pelo braço da OMS que se dedica a cuidar da hipertensão vem ao encontro da nova realidade enfrentada pelo mundo nos últimos anos.

Em tempos de Covid-19, novos hábitos surgiram para ajudar a criar o que muitos chamam de “novo normal”.

Um dos costumes que se consolidou devido às restrições de locomoção causadas pela pandemia, e não deve mais ir embora mesmo quando o coronavírus estiver totalmente sob controle, é justamente o monitoramento diário da pressão arterial em ambiente doméstico.

E não é difícil imaginar o por quê! Entenda a seguir.

 

Hipertensão arterial: um mau silencioso

Em primeiro lugar, pela consciência cada vez maior de que a hipertensão é uma condição cardíaca bastante perigosa, que leva a outras doenças do sistema cardiovascular potencialmente fatais, como: infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência renal, entre outras.

Além disso, pelo fato de não apresentar sintomas aparentes, o monitoramento diário revela-se um excelente expediente para ligar o sinal de alerta, caso as medições apontem para algo que não seja o tão esperado “12 por 8”.

Quando isso acontece, o médico deve ser o primeiro a ser informado para poder efetuar o diagnóstico preciso de hipertensão e, assim, estabelecer as linhas de tratamento a serem seguidas (mudanças na alimentação e nos hábitos, visando uma melhor qualidade de vida; e, dependendo do caso, uso de medicamentos).

 

Números que falam por si só!

O acesso à informação especializada e qualificada sobre a doença e o seu alcance é outra razão para que o monitoramento residencial da pressão arterial esteja em alta e desperte cada vez mais nas pessoas o instinto de se prevenir.

No caso da hipertensão, a Organização Mundial de Saúde já declarou que a doença encontra-se atualmente em níveis endêmicos.

Uma pesquisa realizada em conjunto pela OMS e o Imperial College London, da Inglaterra, mostra que o número de hipertensos com idade entre 30 e 79 anos em todo o mundo saltou de 650 milhões para 1,28 bilhão entre 1990 e 2019.

O estudo torna-se ainda mais alarmante quando revela que nada menos do que 720 milhões de pessoas desconhecem serem hipertensas ou não estão recebendo qualquer tipo de tratamento para controlar a pressão alta.

O Brasil também trava suas batalhas contra a hipertensão. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), mais de 30% da população adulta do país sofre com a pressão alta. Infelizmente, cerca de 200 mil brasileiros vão a óbito todos os anos em decorrência de doenças provocadas pela hipertensão.

 

Síndrome do jaleco branco e seus efeitos ilusórios

A automedida da pressão arterial também tem se mostrado eficiente no combate a situações que podem induzir ao erro, caso não sejam observadas e analisadas adequadamente.

Uma das mais comuns é a “síndrome do jaleco branco”. Muitos pacientes, pelo fato de ficarem nervosos ou ansiosos, acabam apresentando leituras da pressão arterial mais elevadas do que o normal quando estão no consultório médico.

Dessa forma, o monitoramento residencial frequente mostra-se um instrumento capaz de revelar o real comportamento da pressão sanguínea, pois as medições diárias são feitas em um ambiente acolhedor, tranquilo e familiar ao indivíduo.

 

O jeito certo de monitorar a pressão arterial em casa

Para que a automedida apresente resultados que sejam reais, mostrando qual é de fato o comportamento da pressão arterial, é preciso que ela seja feita obedecendo algumas condições bastante simples. Acompanhe a seguir:

 

1.   Equipamento utilizado

Certifique-se de que seu monitor digital de pressão arterial seja validado por instituições médicas conceituadas, do Brasil e do exterior, a fim de garantir a precisão e confiabilidade das leituras. O selo do Inmetro também é importante para atestar a qualidade do aparelho.

2.   Horário das medidas

Prefira fazer as medições da pressão arterial logo após acordar pela manhã e no final de tarde, horários em que a tendência é estar mais relaxado.

3.   Estado de repouso

Não meça a pressão arterial após ter praticado exercícios físicos. Aguarde pelo menos uma hora para realizar a aferição. Outra dica é esvaziar a bexiga antes da leitura.

4.   Não faça a automedida após comer, beber e fumar

Aguarde pelo menos 30 minutos depois de se alimentar para fazer o monitoramento. A mesma recomendação vale se tiver ingerido café ou álcool, e também se tiver fumado.

5.    Se estiver nervoso ou estressado, espere se acalmar

O estado emocional é um fator que interfere diretamente na pressão arterial do organismo humano. Por isso, somente faça as leituras quando sentir que está calmo e relaxado.

6.    Posição do corpo

Para medir a pressão arterial, esteja sentado, com as costas eretas e bem apoiadas na cadeira, as pernas descruzadas e as solas dos pés fixas no chão.

7.    Posição do braço

Mantenha o braço em que a braçadeira foi colocada na altura do coração, apoiado em uma superfície fixa e estável, e com a palma da mão voltada para cima.

 

Monitoramento residencial com tecnologia Microlife

Contar com um monitor digital de pressão arterial que ofereça precisão e confiabilidade é fundamental para as pessoas que desejam realizar as medições em sua residência com conforto, tranquilidade e segurança.

Ciente dessas expectativas, a Medlevensohn, distribuidora de equipamentos de saúde e bem-estar com mais de 18 anos de experiência, criou o Projeto MedHyper.

O objetivo da iniciativa é auxiliar no combate à hipertensão no país, colocando ao alcance de médicos e pacientes os monitores Microlife, fabricados na Suíça e considerados os mais modernos em termos de tecnologia em todo o mundo.

Especialmente desenvolvido para uso doméstico, o modelo A200 oferece uma série de benefícios, que vão além da medição da pressão arterial, tendo sido certificado pelas mais importantes associações de cardiologia da Europa, Estados Unidos e do Brasil.

A exclusiva tecnologia AFIB (Atrial Fibrillation) permite que o equipamento faça fora do ambiente ambulatorial a detecção da fibrilação atrial, arritmia cardíaca responsável por cerca de 20% dos casos de AVC no país.

Além disso, para garantir a precisão e confiabilidade das medições de pressão arterial, o A200 conta com a tecnologia MAM (Microlife Average Mode), na qual cada leitura é feita a partir de três aferições automáticas e sequenciais feitas pelo aparelho. O resultado da pressão arterial apresentado pelo monitor é a média dessas três medidas.

Entre em contato com nossos especialistas para conhecer a Microlife e seus produtos. Você estará dando um passo importante para garantir a boa saúde do seu coração!

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