A importância da correta adesão aos tratamentos de doenças crônicas do coração: conheça a Tecnologia exclusiva AFIB

As doenças crônicas do coração são disfunções do organismo que afetam o coração e os vasos sanguíneos. Normalmente, essas patologias atingem pessoas acima de 50 anos de idade, no entanto, podem acometer indivíduos de todas as faixas etárias.

 

Atualmente, as doenças cardiovasculares representam a principal causa de mortes do mundo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). De acordo com o Cardiômetro, criado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, em 2021, até dia 26/03, quase 100 mil vidas já foram perdidas por problemas cardíacos.

 

Por mais que a grande parte dos riscos de cardiopatias possam ser prevenidos e evitados, muitos indivíduos ainda não aderem corretamente ao tratamento e acabam desenvolvendo complicações cardiovasculares.

 

Por isso, hoje falaremos sobre as doenças crônicas do coração, prevenção, diagnóstico e tratamento. Acompanhe.

Doenças crônicas de coração: a principal causa de morte no mundo

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, isto é, todos os anos mais pessoas morrem por essas enfermidades do que por qualquer outra causa.

 

Estima-se que em 2016, 17,9 milhões de pessoas morreram por doenças cardiovasculares, o que representa 31% de todas as mortes do mundo. Deste total, 85% dos óbitos ocorreram devido a ataques cardíacos e AVCs (Acidentes Vasculares Cerebrais).

 

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, no Brasil, a cada 90 segundos 1 pessoa morre por doença cardiovascular. O dado também indica 46 mortes por hora e mais de 1100 vidas perdidas por dia. A instituição também estima que, ao final deste ano, 400 mil brasileiros morreram por doenças do coração e da circulação.

É possível reverter esta grave situação?

De acordo com a SBC, muitas dessas mortes poderiam ser evitadas ou postergadas por meio de cuidados preventivos e tratamentos adequados. O diagnóstico, prevenção e tratamento correto dos fatores de riscos e das doenças cardiovasculares podem reverter o atual cenário.

Quais são os fatores de risco para doenças cardiovasculares?

Os principais fatores de risco comportamentais de doenças cardíacas e AVCs são dietas inadequadas, sedentarismo, tabagismo e uso nocivo do álcool.

 

O indivíduo também deve ficar atento ao controle da hipertensão arterial, glicemia, hiperlipidemia, sobrepeso e obesidade. Afinal, esses fatores indicam um maior risco de desenvolvimento de ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais, insuficiência cardíaca e outras complicações.

Como prevenir e tratar doenças cardiovasculares?

Para prevenir e tratar doenças cardiovasculares, o paciente deve:

 

  1. Medir a pressão arterial pelo menos uma vez ao ano (se já for hipertenso, meça regularmente);
  2. Praticar atividades físicas diariamente;
  3. Controlar o peso e evitar a obesidade;
  4. Adotar hábitos alimentares saudáveis, ingerindo pouco sal, evitando frituras e aumentando a ingestão de frutas, verduras e legumes;
  5. Diminuir o consumo de bebidas alcoólicas. Se possível, não beba;
  6. Não fumar;
  7. Seguir corretamente o tratamento de hipertensão, diabetes, hiperlipidemia e não abandoná-lo. O tratamento é para toda a vida;
  8. Seguir as orientações do seu médico ou profissional de saúde;
  9. Evite situações de estresse.

Fibrilação atrial: a arritmia cardíaca sustentada mais comum

A Fibrilação Atrial (FA) também é uma doença cardiovascular e é a arritmia sustentada mais comum do mundo. Segundo a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC), a fibrilação atrial é responsável por 20% de todos os casos de AVCs do planeta.

 

Ela é caracterizada como uma arritmia supraventricular em que os átrios não conseguem realizar a contração efetiva, causando fluxo sanguíneo inadequado e gerando sístole atrial.

 

Assim como as demais doenças do coração, a fibrilação atrial pode ter graves consequências para o paciente se não diagnosticada e tratada corretamente. As formas de prevenir e controlar a doença são semelhantes às indicações para os demais problemas cardiovasculares.

Qual é a prevalência da Fibrilação Atrial no Brasil?

Estima-se que 1.500.000 de cidadãos no Brasil são portadores de FA. No entanto, muitos indivíduos não sabem que portam a patologia porque até 50% dos casos não apresenta nenhum sinal ou sintoma clínico [1].

 

Por exemplo, um simples estudo realizado com 288 pacientes em uma UPA no Rio de Janeiro (RJ) foi capaz de identificar 9 portadores de FA assintomáticos por meio da tecnologia AFIB.

 

A prevalência da doença tem aumentado com o passar dos anos à medida que a população envelhece. Prova disso, é que a prevalência da Fibrilação Atrial pode ser superior a 5% na população com 65 anos ou mais.

Quais são os riscos associados à fibrilação atrial?

A Fibrilação Atrial tem um grande impacto na morbimortalidade da população. Afinal, a doença é uma das principais causas de AVC, sendo responsável por aumentar em até 5 vezes o risco de um Acidente Vascular Cerebral.

 

Atualmente, o AVC é a principal causa de internações hospitalares no Brasil, o que sobrecarrega o sistema de saúde e representa um grande impacto econômico. Essa arritmia também é associada à insuficiência cardíaca e morte súbita.

 

Mas, todos os riscos da doença caem muito com o tratamento adequado, normalmente, realizado com anticoagulante. No entanto, para tratar a doença é preciso primeiramente diagnosticá-la.

Quais são os desafios no diagnóstico e intervenção da FA?

Como vimos, o diagnóstico e tratamento da fibrilação atrial são fundamentais para prevenção do desenvolvimento de complicações cardiovasculares, como parada cardíaca e à morte súbita, de maneira inesperada, repentina e não acidental.

 

No entanto, o primeiro desafio para o diagnóstico da FA é a ausência de sintomas em 50% dos casos. Afinal, esse processo dificulta a identificação da doença e a busca por intervenção médica.

 

Além disso, os métodos tradicionais de identificação da FA ou apresentam baixa sensibilidade e especificidade ou não são factíveis para serem implantados em larga escala no ambiente hospitalar (por exemplo, Looper externo e Holter).

 

A solução mais indicada atualmente é a tecnologia AFIB para diagnóstico por oportunidade. Conheça a seguir.

O que é a tecnologia AFIB e porque é tão importante?

A tecnologia AFIB é usada para detecção da Fibrilação Atrial durante a aferição da pressão arterial. O AFIB possui maior sensibilidade e especificidade quando comparado a outros métodos de triagem da Fibrilação Atrial utilizados na atenção primária em saúde.

 

Há evidências de que a triagem da Fibrilação Atrial com o monitor de pressão Microlife A200 AFIB apresenta     melhores resultados que o eletrocardiograma, uma vez que não depende da experiência da interpretação dos resultados e demonstra elevada precisão e acuracidade no resultado.

Quando a tecnologia AFIB é indicada?

A tecnologia exclusiva Microlife AFIB é muito indicada para rastreio de oportunidade da Fibrilação Atrial, principalmente, em pacientes acima de 65 anos.

 

A detecção da FA com o AFIB é superior à palpação do pulso em termos de acurácia e mais custo efetivo do uso rotineiro de ECG de 12 derivações por médicos de família.

 

Segundo a pesquisa “Comparison of the Microlife Blood Pressure Monitor With the Omron Blood Pressure Monitor for Detecting Atrial Fibrillation” a tecnologia Microlife AFIB apresentou sensibilidade de 97% em uma medida única e de 100% em medida MAM para rastreio da FA [2].

 

Em residências, o equipamento permite o monitoramento de longo prazo para diagnóstico precoce de FA assintomática.

 

Conheça mais sobre o Monitor de Pressão Arterial A200 com AFIB que permite a detecção da fibrilação atrial com acuracidade.  A Microlife é a única empresa do mundo validada para tal tecnologia.

 

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[1] FONTE: Howlett PJ et al. Biomed Res Int. 2015;2015:910267.

 

[2] (95% IC 81.4% a 100%) e (95% CI 85.9% a 100%), respectivamente.

 

 

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